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dc.contributor.authorVicente, Michele Cagnin
dc.date.accessioned2023-12-22T02:50:06Z-
dc.date.available2023-12-22T02:50:06Z-
dc.date.issued2019-06-26
dc.identifier.citationVICENTE, Michele Cagnin. Propagação in vitro e aclimatização de Cattleya walkeriana Gardner cultivadas em meios de cultura alternativos. 2019. 112 f. Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) - Instituto de Agronomia, Departamento de Fitotecnia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2019.por
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13741-
dc.description.abstractCattleya walkeriana Gardner é uma orquídea endêmica do Brasil de alto valor comercial e muito cobiçada pelos orquidófilos. A exploração extrativista e a degradação do seu habitat natural atrelados às especificidades reprodutivas da família são fatores que a colocam entre as espécies da flora em risco de extinção na natureza. Deste modo, a propagação in vitro se mostra como uma valiosa ferramenta para obtenção de mudas, visando o abastecimento do mercado e a preservação da espécie. Nesse contexto buscou-se avaliar o desenvolvimento de plântulas de Cattleya walkeriana Gardner cultivadas em diferentes meios de cultura em sistema de propagação in vitro e posteriormente o desempenho das mesmas ex vitro pela aclimatização em casa de vegetação. O trabalho foi constituído de três experimentos, no primeiro, protocormos com aproximadamente 1,0 cm de comprimento foram subcultivados durante 240 dias nos meios de cultura Murashige e Skoog (1962) (MS); Knudson C (1946) modificado por Morel (1965) (KC); Fertilizante Peters® (PE); Fertilizante KristalonTM Laranja (KL); Meio de cultura suprimento B&G Orchidées® (BG). No segundo experimento as plântulas provenientes dos tratamentos MS, PE, KL e BG do primeiro experimento foram levadas para aclimatização em casa de vegetação onde foram inoculadas com 1,0 ml da suspensão de Azospirillum brasilense SP 245 (BR 11005) (AZ); 1,0 ml da suspensão de Microvirga vignae BR 3299 (MV); 1,0 ml de H2O destilada, sendo este o tratamento controle (CO). As mesmas permaneceram pelo período de 120 dias em aclimatização. E no terceiro experimento, com o objetivo de validar os resultados dos experimentos anteriores, protocormos de Cattleya walkeriana Gardner foram subcultivados durante 240 dias in vitro nos meios de cultura KL e BG, estes tiveram as concentrações de sacarose e de carvão ativado igualados. No primeiro experimento foi possível concluir que o meio Knudson C (1946) modificado por Morel (1965) não é adequado para propagação in vitro de plântulas de Cattleya walkeriana sob as condições deste experimento. O meio de cultura suprimento B&G Orchidées® e o meio de cultura a base de fertilizante KristalonTM Laranja se mostraram os mais eficientes no desenvolvimento das plântulas, adicionalmente o meio de cultura a base de fertilizante Peters® também se mostrou como boa alternativa em substituição ao meio de cultura Murashige e Skoog (1962). Não houve correlação positiva e/ou negativa entre o pH dos meios de culturas ao final do subcultivo e as variáveis biométricas avaliadas. No segundo experimento, pode-se concluir que quando aclimatizadas, as mudas provenientes do meio de cultura suprimento B&G Orchidées® foram as que apresentaram os melhores resultados independentemente do fator inoculação, logo, pode-se concluir que o meio de cultura interfere na etapa de aclimatização e que o meio de cultura suprimento B&G Orchidées® é o mais indicado na propagação in vitro das plântulas de Cattleya walkeriana Gardner. No terceiro experimento, tanto na etapa in vitro quanto na etapa de aclimatização os melhores resultados foram observados para as plântulas provenientes do cultivo no meio de cultura suprimento B&G Orchidées®, comprovando a superioridade deste meio em relação ao meio a base de fertilizante KristalonTM Laranja na propagação de Cattleya walkeriana Gardner.por
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpor
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectorquídeaspor
dc.subjectmeios de culturapor
dc.subjectinoculação bacterianapor
dc.subjectorchidseng
dc.subjectculture mediaeng
dc.subjectbacterial inoculationeng
dc.titlePropagação in vitro e aclimatização de Cattleya walkeriana Gardner cultivadas em meios de cultura alternativospor
dc.title.alternativeIn vitro propagation and acclimatization of Cattleya walkeriana Gardner grown in alternative culture mediaeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.abstractOtherCattleya walkeriana Gardner is an orchid endemic to Brazil of high commercial value and much coveted by orchid growers. Extractive exploitation and the degradation of its natural habitat, coupled with the reproductive specificities of the family, are factors that place it among the flora species at risk of extinction in the wild. In this way, in vitro propagation proves to be a valuable tool to obtain seedlings, aiming at supplying the market and preserving the species. In this context we sought to evaluate the development of Cattleya walkeriana Gardner seedlings grown in different culture media in vitro propagation system and later the ex vitro performance by acclimatization in greenhouse. The work consisted of three experiments; in the first one, protocorms approximately 1.0 cm in length were subcultured for 240 days in the Murashige and Skoog culture media (1962) (MS); Knudson C (1946) modified by Morel (1965) (KC); Peters® Fertilizer (PE); Kristalon ™ Orange Fertilizer (KL); Culture medium B&G Orchidées® (BG). In the second experiment the seedlings from the treatments MS, PE, KL and BG of the first experiment were taken to acclimatization in greenhouse where they were inoculated with 1.0 ml of the suspension of Azospirillum brasilense SP 245 (BR 11005) (AZ); 1.0 ml of the suspension of Microvirga vignae BR 3299 (MV); 1.0 ml of distilled H2O, this being the control treatment (CO). They remained for a period of 120 days in acclimatization. And in the third experiment, in order to validate the results of the previous experiments, Cattleya walkeriana Gardner protocorms were subcultured for 240 days in vitro in the KL and BG culture media, which had the concentrations of sucrose and activated carbon equal. In the first experiment it was possible to conclude that the Knudson C (1946) modified by Morel (1965) medium is not suitable for in vitro propagation of Cattleya walkeriana seedlings under the conditions of this experiment. The B&G Orchidées® supply medium and the Kristalon ™ Orange fertilizer culture medium proved to be the most efficient in seedling development, in addition the Peters® fertilizer culture medium was also shown as a good substitute for the medium of Murashige and Skoog (1962). There was no positive and / or negative correlation between the pH of the culture media at the end of the subculture and the biometric variables evaluated. In the second experiment, it can be concluded that, when acclimatized, the seedlings from the B&G Orchidées® supply medium were the ones that presented the best results independently of the inoculation factor, so it can be concluded that the culture medium interferes in the acclimatization and that the B&G Orchidées® supply medium is the most indicated in the in vitro propagation of the Cattleya walkeriana Gardner seedlings. In the third experiment, both the in vitro and the acclimatization stages, the best results were observed for the seedlings from the cultivation in the B&G Orchidées® supply culture medium, demonstrating the superiority of this medium in relation to the KristalonTM Orange based fertilizer medium in propagation of Cattleya walkeriana Gardner.eng
dc.contributor.advisor1Araújo, João Sebastião de Paula
dc.contributor.advisor1IDCPF: 006.666.877-81por
dc.contributor.referee1Araújo, João Sebastião de Paula
dc.contributor.referee2Pêgo, Rogério Gomes
dc.contributor.referee3Videira, Sandy Sampaio
dc.creator.IDCPF: 113.628.087-17por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9575538835020440por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentInstituto de Agronomiapor
dc.publisher.initialsUFRRJpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fitotecniapor
dc.relation.referencesCNCFlora. Cattleya walkeriana in Lista Vermelha da flora brasileira versão 2012.2. Centro Nacional de Conservação da Flora. Disponível em <http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cattleya walkeriana>. Acesso em novembro, 2018. CORREIA, D.; ARAÚJO, J. D. M.; NASCIMENTO, E. H. S.; TUPINAMBÁ, J. M.; BESSA, M. C. Otimização da Produção de Mudas de Cattleya labiata: Efeito da Sacarose no Crescimento In Vitro e na Aclimatização. EMBRAPA: Circular Técnica 38. Fortaleza CE, outubro, 2012. 8 p. DIGNART, S. L.; CASTRO, E. M.; PASQUAL, M.; FERRONATO, A.; BRAGA, F. T.; PAIVA, R. Luz natural e concentrações de sacarose no cultivo in vitro de Cattleya walkeriana. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 33, n. 3, p. 780-787, maio/jun., 2009. FARIA, R. T.; SANTIAGO, D. C.; SARIDAKIS, D. P.; ALBINO, U. B.; ARAUJO, R. Preservation of the brazilian orchid Cattleya walkeriana Gardner using in vitro propagation. Crop Breeding and Applied Biotechnology, v. 2, n. 3, p. 489-492, 2002. FERNANDES, M. S. Nutrição mineral de plantas. Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2006. 432 p. FREITAS, E. M.; HERRMANN M. H., BRUISMA, G.; PÉRICO E.; ARAUJO, A. G. Propagação in vitro de Cattleya intermedia GRAHAM EX HOOK. (ORCHIDACEAE) em diferentes meios de cultura. Caderno pedagógico, Lajeado, v. 11, n. 1, p. 30-41, 2014. MENEZES, L. C. Orquídeas Cattleya walkeriana. Brasília: Ibama, 2011. 276 p. MORAES, C. P.; DIOGO, J. A.; PEDRO, N. P.; CANABRAVA, R. I.; MARTINI, G. A.; MARTELINE, M. A. Desenvolvimento in vitro de Cattleya loddigesii Lindley (Orchidaceae) utilizando fertilizantes comerciais. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 67-69, 2009. SASAMORI, M. H. ENDRES-JÚNIOR, D. DROSTE, A. Sobrevivência e desenvolvimento de plântulas de cattleya intermedia Graham (Orchidaceae) micropropagadas e aclimatadas em substratos com fibra de coco. Revista Pesquisas, São Leopoldo: Instituto Anchietano de Pesquisas, n. 65, p. 293-303, 2014. SCHNEIDERS, D.; PESCADOR, R.; RAITZ BOOZ, M.; MAMORU SUZUKI, R. Germinação, crescimento e desenvolvimento in vitro de orquídeas (Cattleya spp., Orchidaceae). Revista Ceres, v. 59, n. 2, p. 185-191, março-abril, 2012. UNEMOTO, L. K.; FARIA, R. T.; VIEIRA, A. O. S.; DALIO, R. J. D. Propagação in vitro de orquídeas brasileiras em meio de cultura simplificado. Revista Brasileira de Agrociência, Pelotas, v. 13, n.2, p. 267-269, 2007. VENTURA, G. M. Propagação in vitro de orquídeas do grupo Cattleya. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2002. 147 p.por
dc.subject.cnpqAgronomiapor
dc.thumbnail.urlhttps://tede.ufrrj.br/retrieve/68487/2019%20-%20Michele%20Cagnin%20Vicente.pdf.jpg*
dc.originais.urihttps://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/5457
dc.originais.provenanceSubmitted by Jorge Silva (jorgelmsilva@ufrrj.br) on 2022-03-17T20:57:29Z No. of bitstreams: 1 2019 - Michele Cagnin Vicente.pdf: 1900974 bytes, checksum: 0c286d2d963a943a252f3247184160e3 (MD5)eng
dc.originais.provenanceMade available in DSpace on 2022-03-17T20:57:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2019 - Michele Cagnin Vicente.pdf: 1900974 bytes, checksum: 0c286d2d963a943a252f3247184160e3 (MD5) Previous issue date: 2019-06-26eng
Appears in Collections:Mestrado em Fitotecnia

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