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Title: Estrutura e florística de uma floresta em diferentes gradientes de inundação na restinga da Marambaia, RJ
Authors: Afonso, Andreia Souza
metadata.dc.contributor.advisor: Menezes, Luis Fernando Tavares de
Conde, Marilena
metadata.dc.contributor.members: Menezes, Luis Fernando Tavares de
Amorim, Hugo Barbosa
Germano, Pedro
Keywords: Florística
Estrutura florística
Restinga
Issue Date: 3-Jul-2009
Abstract: A Restinga da Marambaia ocupa uma área de 4.961,31 há e destaca-se por apresentar um mosaico composto por trechos de floresta atlântica, manguezais e restingas, compondo uma fisionomia única. Neste mosaico de formações vegetais destacam-se as florestas que ocupam trechos inundáveis pelo afloramento ou aproximação do lençol freático da superfície do solo. Este conjunto de florestas foi denominado de “floresta de cordão arenoso” por Menezes & Araújo. São poucos os estudos levando em consideração aspectos florísticos e estruturais destas formações florestais, principalmente em ambientes de restinga. Estas formações apresentam uma florística particular, diferenciando-se das demais por suas espécies capazes de germinar e crescer em condições de alta saturação hídrica do solo. Foram amostrados 1322 indivíduos, pertencentes a 40 espécies, 30 gêneros, 22 famílias. As famílias mais ricas em espécies foram Myrtaceae (10), Euphorbiaceae (5), Myrsinaceae (4), Clusiaceae e Lauraceae (2). As demais famílias apresentaram somente uma espécie, perfazendo 42,5% da amostra. O índice de diversidade de Shannon foi H´ = 2,66 e a equitabilidade de Pielou foi J´= 0,72. Esta diversidade não é alta, mas está dentro do esperado para esta fisionomia. A família Myrtaceae destacou-se também por apresentar o maior numero de indivíduos, dentro dos dois sítios, com 48,7% (sítio A) e 55 % (sítio B). As cinco espécies de maior valor importância (VI) no sítio A, foram: Calophyllum brasiliense (53,9), Myrcia multiflora (35,5), Tapirira guianensis (35,2), Myrcia acuminatissima (34,9) e Calyptranthes lanceolata (29,3) e no sítio B, foram: Calophyllum brasiliense (41,8%), Tapirira guianensis (40,21%), Calyptranthes lanceolata (39,2%), Myrcia multiflora (41,8%) e Myrcia acuminatissima (33,2%). Quando analisamos a riqueza nos dois sítios através do coeficiente de Jaccard, obtemos 55% de similaridade. Ao analisarmos os dados de abundância das espécies segundo a distância de Bray-Curtis, a similaridade encontrada foi alta (73,2%). Ao analisarmos de riqueza, abundância e área basal Jaccard= 55%, Bray-Curtis para abundâcia =73,2% e Bray-Curtis para área basal= 87,5%, notamos que não existe uma diferença significativa entre os dois sítios estudados.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2857
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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