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Title: Composição química estrutural do tegumento da semente de Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze. com ênfase na lignificação
Authors: Sampaio, Danielle Affonso
metadata.dc.contributor.advisor: Abreu, Heber dos Santos
metadata.dc.contributor.members: Abreu, Heber dos Santos
Breier, Tiago Böer
Souza, Natália Dias de
Keywords: Araucária
Lignina
Sementes
Issue Date: 7-Feb-2014
Abstract: A presente monografia teve como objetivo caracterizar a composição química estrutural e descrever anatomicamente o tegumento da semente de Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze. enfatizando a lignificação. Para tanto, o tegumento da semente foi moído, homogeneizado e submetido a um ciclo de extração com os solventes ciclohexano, acetato de etila e metanol de forma a preparar o material para a análise química estrutural, visando a determinação dos teores de celulose, hemicelulose, da lignina de Klason e lignina dioxano. A lignina dioxano obtida foi reduzida quimicamente, devido a presença de terminais aldeídicos na lignina. Essa transformação ocorreu com a redução do grupo aldeído à álcool utilizando NaBH4. Foram registrados espectros no infravermelho das amostras lignocelulósica, da lignina dioxano e da lignina dioxano reduzida. Os espectros no infravermelho foram registrados em pastilhas de KBr confeccionadas com 1 mg de amostra e 100mg de KBr. Foram realizadas análises microscópicas das camadas da exotesta e mesotesta do tegumento da semente ao natural, por teste histoquímico (teste de Wiesner) e análise com fluorescência. Neste contexto, a quantificação dos elementos estruturais da parede celular foi de 32.43% de lignina, 35.16% de celulose e 14,83% de hemicelulose. A análise no infravermelho mostrou que a reação de redução de terminais aldeídicos da lignina de dioxano por NaBH4 ocorreu com sucesso, visto que o sinal no espectro no infravermelho correspondente ao estiramento de RHC=O em 1620-1653cm-1 diminui de intensidade após reação. Os espectros também mostraram que a lignina da casca da semente é extremamente rica em unidade guaiacíla, revelando uma estrutura molecular rica em ligações condensadas. Nas análises microscópicas foram observados na exotesta a presença de esclereídeos altamente lignificados e na mesotesta a presença de canais resiníferos assim como a ocorrência dispersa de macroesclereídeos. Ficou evidente que a presença de terminais aldeídicos deve-se a baixa atividade da CAD na formação da lignina, acumulando uma significativa quantidade de coniferaldeído a qual se define como lignina hidrofóbica e de maior mobilidade na parede celular.
URI: http://repositorio.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/1235813/2836
Appears in Collections:TCC - Engenharia Florestal (Seropédica)

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