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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/9001</link>
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    <pubDate>Sun, 02 Aug 2026 03:48:48 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-02T03:48:48Z</dc:date>
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      <title>Memórias de aço anos de chumbo: a aula é na rua. Ensino de história nos espaços de memórias sensíveis de Volta Redonda</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25925</link>
      <description>Título: Memórias de aço anos de chumbo: a aula é na rua. Ensino de história nos espaços de memórias sensíveis de Volta Redonda
Autor: Borba, Hugo Leonardo Pereira
Resumo: A presente pesquisa investigou os desafios do ensino de História diante da ascensão de&#xD;
movimentos de extrema-direita e de narrativas negacionistas que ameaçaram a liberdade de&#xD;
cátedra e a integridade da memória histórica na educação básica. O estudo focalizou a realidade&#xD;
de Volta Redonda (RJ), território marcado pelas contradições da Ditadura Empresarial-Militar&#xD;
(1964-1985), pela atuação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e pelas memórias da&#xD;
classe trabalhadora. O objetivo geral foi refletir sobre as potencialidades do ensino de História&#xD;
no enfrentamento aos negacionismos contemporâneos, utilizando as memórias sensíveis locais&#xD;
como eixo central. Metodologicamente, o trabalho adotou uma abordagem qualitativa,&#xD;
amparada no levantamento bibliográfico e na análise de fontes primárias, como o Relatório da&#xD;
Comissão Municipal da Verdade. A fundamentação teórica diferenciou o revisionismo&#xD;
(Traverso e Melo) como atualização científica, do negacionismo (Vidal-Naquet), definido como&#xD;
agressão ética à história. A análise expandiu-se pela decolonialidade (Quijano), ao questionar a&#xD;
colonialidade do poder, e pela ética da alteridade (Benjamin), que orientou o olhar aos “sem&#xD;
nome”. Integrou-se, ainda, a categoria de “temas sensíveis” (Pereira e Seffner) como eixo&#xD;
central da prática docente frente a passados traumáticos. A investigação compreendeu a&#xD;
memória como base da identidade (Le Goff). Operou-se com o conceito de “memórias&#xD;
subterrâneas” (Pollak) para romper o silêncio operário, articulado ao “trabalho de memória”&#xD;
(Jelin) sobre o trauma. Os “lugares de memória” (Nora) foram ressignificados como “lugares&#xD;
de consciência” (Quadrat e Silva), transformando o espaço urbano em território de denúncia e&#xD;
reflexão. No Ensino de História, o trabalho ancorou-se na consciência histórica (Rüsen),&#xD;
visando a atribuição de sentido ao passado para orientar o presente. A operacionalização&#xD;
metodológica ocorreu via "aula-passeio" (Freinet). Verificou-se que, ao converter o espaço&#xD;
urbano em dispositivo de aprendizagem, a proposta fomentou uma Educação em Direitos&#xD;
Humanos capaz de capacitar os jovens a reconhecer as marcas de repressão e resistência em seu&#xD;
território. Em última análise, este trabalho reafirmou a relevância do ensino de História na&#xD;
consolidação da consciência crítica e na defesa de um horizonte democrático, concluindo-se&#xD;
que a transformação do espaço urbano em laboratório de investigação fortaleceu a identidade&#xD;
local e o enfrentamento aos silenciamentos históricos.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ainda assim o dou a lume: a representatividade de Maria Firmina dos Reis no processo abolicionista e o Ensino de História</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25820</link>
      <description>Título: Ainda assim o dou a lume: a representatividade de Maria Firmina dos Reis no processo abolicionista e o Ensino de História
Autor: Paula, Luciana Mateus de
Resumo: O presente trabalho aborda o Ensino de História, a partir da representatividade e resistência de Maria&#xD;
Firmina dos Reis. A proposta se insere no movimento de Educação Antirracista sob as orientações da Lei&#xD;
10.639/2003. Também, aborda o protagonismo de uma mulher negra e nordestina, que através de sua vida&#xD;
e obra, teve participação na causa abolicionista no Brasil, no período do século XIX, ao defender a&#xD;
liberdade, a emancipação dos escravizados e denunciar a escravidão. O objetivo central deste trabalho é&#xD;
reconhecer a importância da escrita de Maria Firmina dos Reis na causa abolicionista, protagonizada pela&#xD;
figura de uma mulher negra nesse processo, como escritora literária e primeira romancista negra no&#xD;
território nacional. Inspirada na metodologia da roda e no gênero biográfico, a proposta de Oficinas de&#xD;
Formação Continuada para a promoção de uma Educação Antirracista no contexto do Ensino de História&#xD;
sobre abolicionismo, representatividade, resistência e memória por narrativas. As Oficinas serão&#xD;
apresentadas utilizando a biografia e a literatura como fontes históricas para a inserção do Ensino de&#xD;
História e a promoção da Educação Antirracista. Abordar no Ensino de História a vida e atuação de uma&#xD;
mulher negra e sem recursos, que rompe com os padrões da época e participa da luta abolicionista, como&#xD;
Maria Firmina dos Reis, significa reconhecer, valorizar e difundir a identidade negra na Escola e no&#xD;
currículo escolar.</description>
      <pubDate>Thu, 09 Oct 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-10-09T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Professor(a), vai avaliar como? Perspectivas e possibilidades a partir da Educação Histórica: uma análise das práticas avaliativas no ensino de história dos anos iniciais de Volta Redonda</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24523</link>
      <description>Título: Professor(a), vai avaliar como? Perspectivas e possibilidades a partir da Educação Histórica: uma análise das práticas avaliativas no ensino de história dos anos iniciais de Volta Redonda
Autor: Lucas, Douglas
Resumo: O ensino de História nos anos iniciais do Ensino Fundamental é um campo ainda pouco explorado,&#xD;
mas repleto de potencial para o desenvolvimento da consciência histórica das crianças. Esta&#xD;
dissertação investiga como os instrumentos avaliativos são pensados e utilizados por professores da&#xD;
rede municipal de Volta Redonda e de que forma a Educação Histórica pode contribuir para práticas&#xD;
avaliativas mais significativas. A partir de análises documentais, questionários, entrevistas com&#xD;
docentes e o levantamento de instrumentos de avaliação utilizados nas escolas, o estudo revela que&#xD;
ainda predominam práticas tradicionais, com ênfase na memorização e pouca valorização dos saberes&#xD;
históricos. A pesquisa também mostra os desafios enfrentados pelos professores, como falta de&#xD;
formação específica, escassez de materiais e limitações curriculares. Como contribuição prática,&#xD;
propõe-se a reflexão crítica sobre os instrumentos avaliativos no componente de História e a&#xD;
construção de práticas pedagógicas alinhadas à Educação Histórica, promovendo uma aprendizagem&#xD;
mais crítica e contextualizada desde os primeiros anos escolares.</description>
      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-07-14T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>As pegadas das pessoas que andaram juntas nunca se apagam: ampliando vozes no espaço escolar – ensino de história e educação antirracista</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24509</link>
      <description>Título: As pegadas das pessoas que andaram juntas nunca se apagam: ampliando vozes no espaço escolar – ensino de história e educação antirracista
Autor: Pariz, Mônica Meireles Nogueira
Resumo: Este trabalho teve como proposta identificar o potencial da “Pedagogia da Pergunta”&#xD;
enquanto metodologia antirracista, apontando os caminhos e (descaminhos) de sua construção&#xD;
no ensino de História das relações étnico-raciais no espaço escolar, tendo como referência a Lei&#xD;
10.639/03 que estabeleceu que os conteúdos referentes à História e à Cultura Afro-Brasileira&#xD;
em todo currículo da educação básica, revelando como o Movimento Negro protagonizou essa&#xD;
conquista na legislação educacional ao promover a valorização da identidade negra e denunciar&#xD;
o racismo presente na sociedade brasileira. Em 2008, a norma foi alterada pela Lei 11.645,&#xD;
incluindo a obrigatoriedade do ensino de histórias e culturas indígenas. Com base nas&#xD;
perspectivas de Bulhões (2018) e Gomes (2012) trago reflexões que, mesmo transcorridos 22&#xD;
anos da Lei 10.639/03, os currículos escolares ainda permanecem conservadores e as poucas&#xD;
atividades desenvolvidas na escola se concentram no mês da consciência negra, revelando não&#xD;
só a resistência quanto ao cumprimento da lei, como também lacunas para sua efetivação.&#xD;
Autores como Gomes (2002) e Munanga (2008) apontam como a escola pode ser o espaço de&#xD;
reeducar o fazer pedagógico para ressignificar o negro positivamente ao problematizar a&#xD;
questão racial, como também fomentar a valorização das identidades étnico-raciais. Utilizo a&#xD;
força da “Pedagogia da Pergunta”, uma metodologia construída em forma de diálogos entre&#xD;
Paulo Freire e Autonio Faundez, para instrumentalizar a Lei 10.639/03 no ensino de História.&#xD;
Apresento, ao final, uma proposta de sequência didática com atividades para que o professor de&#xD;
História possa replicar esses conhecimentos nas suas aulas, fornecendo subsídios para o&#xD;
desenvolvimento de uma educação antirracista.</description>
      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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