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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8939</link>
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    <pubDate>Sun, 02 Aug 2026 03:25:09 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-02T03:25:09Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da eficácia do bloqueio regional do quadrado lombar em cadelas submetidas à ovariectomia com uso da associação do sulfato de magnésio à bupivacaína</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25917</link>
      <description>Título: Avaliação da eficácia do bloqueio regional do quadrado lombar em cadelas submetidas à ovariectomia com uso da associação do sulfato de magnésio à bupivacaína
Autor: Ferreira, Priscila Soares
Resumo: A analgesia multimodal, incluindo bloqueios interfasciais como o bloqueio do quadrado&#xD;
lombar (QLB), tem sido investigada na medicina veterinária como alternativa ao uso&#xD;
exclusivo de opióides. Na medicina humana, a associação de sulfato de magnésio aos&#xD;
anestésicos locais têm demonstrado prolongar a duração do bloqueio e potencializar a&#xD;
analgesia; entretanto, em cães, as evidências ainda são limitadas. Desta forma, o presente&#xD;
estudo prospectivo, randomizado, cego, teve como objetivo avaliar o efeito analgésico da&#xD;
bupivacaína isolada ou associada ao sulfato de magnésio (MgSO4) no bloqueio do quadrado&#xD;
lombar em cadelas submetidas à ovariectomia. Quarenta e cinco cadelas foram sedadas com a&#xD;
associação de acepromazina (0,03 mg/kg) à meperidina (3 mg/kg), por via intramuscular. A&#xD;
indução e manutenção anestésica foi feita com propofol (dose-efeito) pela via intravenosa. As&#xD;
cadelas foram distribuídas em 3 tratamentos (n=15): O grupo QLB controle (GS) recebeu&#xD;
NaCl 0,9% 0,5 ml/kg/ponto; O grupo QLB bupivacaína (GB) recebeu 0,5 ml/kg de solução&#xD;
50:50 de Bupivacaína a 0,5% + NaCl 0,9% por ponto; já o grupo QLB bupivacaína-magnésio&#xD;
(GM) recebeu 0,5 ml/kg solução 50:50 de bupivacaína 0,5% + MgSO4 10% por ponto.&#xD;
Durante a cirurgia a suplementação analgésica foi realizada com remifentanil de acordo com&#xD;
os parâmetros cardiovasculares (incremento de 20% na frequência cardíaca e/ou pressão&#xD;
arterial, em relação à mensuração no tempo de estabilização). As variáveis mensuradas foram:&#xD;
frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial, temperatura, saturação periférica de&#xD;
oxihemoglobina, concentração de dióxido de carbono no ar expirado, requerimento de&#xD;
remifentanil, requerimento de propofol, tempo até o primeiro resgate analgésico, número de&#xD;
resgates com morfina, número de cadelas resgatadas, avaliação da dor por meio de escala&#xD;
analógica visual interativa (IVAS) e escala composta reduzida de Glasgow (GCMPS-SF) e&#xD;
grau de sedação. As análises estatísticas foram realizadas com o software GraphPad Prism&#xD;
versão 6.0 e o grau de significância estabelecido para cada teste de 5% (P&lt;0,05). Os&#xD;
resultados não apontaram diferença entre os grupos para os escores de dor (IVAS e&#xD;
GCMPS-SF) e sedação entre os grupos (P&gt;0,05). Entretanto, para o escore GCMPS-SF&#xD;
quando comparado ao tempo basal (TB), o grupo GM foi o único a não apresentar diferença&#xD;
significativa entre os tempos avaliados após uma hora de avaliação (T1h). Em relação ao&#xD;
requerimento intra-operatório e pós-operatório de analgésico não houve diferença entre os&#xD;
grupos. Entretanto as cadelas do grupo GS (130 ± 60,8 minutos) necessitaram resgate com&#xD;
morfina mais rápido que o grupo GB (450 ± 75,5 minutos) (P&lt;0,05). Com relação a&#xD;
frequência cardíaca, foi observada diferença significativa entre o grupo GS e o grupo GB na&#xD;
incisão de pele, tendo o grupo GS valor superior (P&lt;0,05). Entretanto, a pressão arterial não&#xD;
acompanhou essa diferença entre os grupos. Sendo assim, a partir dos resultados encontrados,&#xD;
conclui-se que o tratamento com bupivacaína e bupivacaína e MgSO4 administrados no&#xD;
bloqueio do quadrado lombar não apresentaram resultados robustos que comprovem uma&#xD;
melhor analgesia durante o período intra-operatório e pós-operatório.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25917</guid>
      <dc:date>2025-09-30T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Novo dispositivo para ovariohisterectomia em cadelas</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25858</link>
      <description>Título: Novo dispositivo para ovariohisterectomia em cadelas
Autor: Freire, Kelly Regina Freitas
Resumo: Técnicas que promovem a esterilização de cadelas são utilizadas com frequência na rotina&#xD;
clínico-cirúrgica. Com o desenvolvimento da medicina veterinária, novas opções de técnicas&#xD;
menos invasivas e mais refinadas surgem colaborando com o aprimoramento da especialidade,&#xD;
a fim de conferir maior conforto pós-operatório, menor tempo cirúrgico, benefícios a qualidade&#xD;
de vida dos animais e redução de complicações trans e pós-cirúrgicas. No geral, são utilizadas&#xD;
ligaduras confeccionadas com fios de sutura, que promovem hemostasia dos vasos com&#xD;
diversos tipos de materiais, como fios absorvíveis ou inabsorvíveis, monofilamentares e&#xD;
multilamentares. Apesar da boa capacidade dos fios de sutura em promover a hemostasia dos&#xD;
vasos durante a cirurgia, a busca por alternativas que apresentem melhor eficiência ao mesmo&#xD;
tempo que promova redução de tempo cirúrgico é crescente. O objetivo desse trabalho é avaliar&#xD;
a eficácia de um novo dispositivo confeccinado de polímero biocompatível, a poliamida 11,&#xD;
capaz de causar hemostasia eficiente dos vasos do complexo arteriovenoso ovariano e do corpo&#xD;
do útero, e rápida utilização durante a cirurgia, colaborando com menor tempo cirúrgico e&#xD;
rápida recuperação pos-operatória dos animais. Para isso, foram realizadas cirurgias de&#xD;
ovariohisterectomia, em cadelas, divididas em dois grupos, onde um grupo recebeu ligaduras&#xD;
realizadas com fio de sutura poliglactina 910 e o outro grupo recebeu o dispositivo de poliamida&#xD;
11 confeccionado em impressora 3D. Os animais foram avaliados quanto ao tempo cirúrgico,&#xD;
marcador de inflamação sistêmica através da Proteína C reativa (PCR) e reação tecidual local&#xD;
através de avaliação ultrassonográfica qualitativa no pós-operatório. Através das análises&#xD;
estatísticas, observou-se que, o tempo cirúrgico com a utilização do dispositivo foi menor&#xD;
quando comparado com a utilização do fio de sutura (p&lt;0,05), a hemostasia resultante da&#xD;
utilização do dispositivo foi eficiente, e não houve diferença significativa entre os implantes na&#xD;
ocorrência de complicações pós-operatórias relacionadas à cirurgia</description>
      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25858</guid>
      <dc:date>2025-08-26T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Efeitos da queimada controlada sobre pupas de dípteros muscidae e calliphoridae</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24251</link>
      <description>Título: Efeitos da queimada controlada sobre pupas de dípteros muscidae e calliphoridae
Autor: Moraes, João Luiz Constante de
Resumo: O efeito da queimada controlada sobre pupas de Musca domestica (Linnaeus,&#xD;
1758), Stomoxys calcitrans (Linnaeus, 1758), Lucilia cuprina (Wiedmann, 1830) e&#xD;
Cochliomyia hominivorax (Coquerel, 1858) foi avaliado em áreas de pastagens da&#xD;
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Após a determinação em laboratório da&#xD;
profundidade de pupação das larvas, feita em sistema de terrário, experimentos de&#xD;
campo foram realizados enterrando-se as pupas no solo &amp; 1, 2, 3, 4, e 5 cm de&#xD;
profundidade. As pupas enterradas foram submetidas à queimada experimental e&#xD;
posteriormente foram transferidas para o laboratério, onde o desenvolvimento foi&#xD;
acompanhado até a emergéncia dos adultos da 22 geração.</description>
      <pubDate>Fri, 28 Jun 1996 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24251</guid>
      <dc:date>1996-06-28T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Habronema sp. (Nematoda: Habronematidae): variáveis referentes ao parasito e à sua interação com o micro e o macro ambiente</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/24241</link>
      <description>Título: Habronema sp. (Nematoda: Habronematidae): variáveis referentes ao parasito e à sua interação com o micro e o macro ambiente
Autor: Silva, Sávio Amado da
Resumo: Entre as patologias dérmicas dos eqüídeos (Equus caballus) (Mammalia: Equidae), são relevantes as causadas pelas espécies de habronematídeos, helmintos heteroxenos. Uma dessas espécies, Habronema muscae Carter (Ransom,1911) (Nematoda: Habronematidae), se destaca pela distribuição cosmopolita, e demonstra ser muito freqüente no Brasil, apresentando intensidade média e prevalência relativamente altas no Rio de Janeiro. Essa espécie obrigatoriamente se desenvolve em dípteros muscídeos, freqüentemente em Musca domestica L. 1758 (Diptera: Muscidae), durante sua primeira fase de parasitismo. Sua transmissão demonstra ser dependente da freqüência desses vetores. Os estudos relacionados a essa família focalizaram a coleta de dados sobre a biologia dos parasitos, em ambos hospedeiros, e sobre a epizootiologia da habronemíase gástrica e cutânea, nos eqüídeos. Diante do avanço técnico dos métodos bioquímicos e de modelagem matemática, disponibilizados atualmente, tornou-se viável iniciar a caracterização molecular e discutir e aprofundar o conhecimento sobre a epizootiologia de H.muscae. Nesse sentido, o primeiro bioensaio objetivou caracterizar o conteúdo protéico dos helmintos adultos e esclarecer possíveis diferenças entre as duas espécies do gênero Habronema. Por essa razão, foi realizada a coleta e identificação de exemplares machos e fêmeas das duas espécies de Habronema sp, que isoladamente foram macerados, suas proteínas purificadas, para serem submetidos à corrida eletroforética em gel de poliacrilamida. Os zimogramas do conteúdo protéico de machos e fêmeas de Habronema sp foi contrastada e revelaram diferenças qualitativas e quantitativas, intra e inter-específicas. Um segundo estudo foi conduzido para avaliar a interferência do parasitismo dos três primeiros estágios larvais de H. muscae sobre a longevidade do principal vetor M. domestica. Nesse caso, dois grupos de larvas dos muscídeos foram criados em dieta artificial. Em um desses grupos foram inoculadas larvas de primeiro estágio de H. muscae. Adultos recém emergidos dos pupários de ambos os grupos foram colocados em gaiolas separadas. O acompanhamento da mortalidade diária dos grupos e as possíveis comparações serviram para evidenciar uma pequena interferência negativa do parasitismo de H. muscae sobre a longevidade média do vetor. O terceiro estudo teve como obetivo uma questão mais ampla e essencialmente teórica, relacionada a bioecologia dos habronematídeos. Para isso, foi realizado uma revisão e seleção da literatura para obtenção de dados epidemiológicos e/ou populacionais de habronematídeos dos eqüídeos. Em seguida foi avaliada a possibilidade de se utilizar modelos teóricos que possam auxiliar na previsão populacional de H. muscae. Tratamentos bioestatísticos foram então introduzidos como proposta de estudo, quando destacou-se o uso de regressões lineares e polinomiais entre as variáveis selecionadas, o que possibilitou realizar as estimativas. O estudo resultou no desenvolvimesto de um modelo teórico que relaciona parâmetros populacionais de H. muscae a dois fatores climáticos (temperatura e precipitação) e à fecundidade teórica dos vetores, possibilitando estimar a intensidade média e prevalência estacionais dessa espécie de habronematídeos, para qualquer clima terrestre.</description>
      <pubDate>Thu, 20 Jul 2000 00:00:00 GMT</pubDate>
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