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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/8934</link>
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    <pubDate>Sun, 02 Aug 2026 03:25:14 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-02T03:25:14Z</dc:date>
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      <title>Até onde houver minério: Expansão da Mineração no Nordeste brasileiro e uma nova face do capitalismo extrativista</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25929</link>
      <description>Título: Até onde houver minério: Expansão da Mineração no Nordeste brasileiro e uma nova face do capitalismo extrativista
Autor: Brito, Maurício Rocha de
Resumo: Visando a obtenção de novos fotocatalisadores ativos sob luz visível, e de baixo&#xD;
custo, o presente trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de seis compósitos&#xD;
fotocatalíticos baseados em três misturas distintas das fases cristalinas do&#xD;
pentóxido de nióbio em combinação com os metais não nobres alumínio e cobre. O&#xD;
processo escolhido para as sínteses foi o preparo de uma matriz orgânica baseada&#xD;
em oligômeros da conversão da frutose em meio de etilenoglicol e sais solúveis&#xD;
como precursores dos metais não nobres, seguida da adição da mistura reagida&#xD;
sobre uma suspensão de óxido de nióbio no mesmo solvente, a 105 oC. A partir da&#xD;
análise por refletância difusa no ultravioleta e visível (RDUV/Vis) dos materiais&#xD;
obtidos foi possível estimar as energias de banda proibida pelo método de Tauc,&#xD;
todas entre 1,79 e 2,47 eV, situadas no domínio da luz visível, em contraste com os&#xD;
materiais precursores (2,93~3,53 eV). Em adição, a determinação das energias de&#xD;
Urbach (0,295~0,538 eV nos compósitos e 0,080~0,129 nos óxidos precursores)&#xD;
corroboram com o potencial de aplicabilidade dos materiais como fotocatalisadores.&#xD;
Todos materiais foram testados fotocataliticamente para degradação do corante&#xD;
rodamina B em meio aquoso sob irradiação de luz visível de uma lâmpada de LED&#xD;
de 100 W e “temperatura de cor” de 6500 K, apresentando percentuais de&#xD;
descoloramento superiores aos óxidos de partida em 2h. Foi realizada uma breve&#xD;
discussão quanto aos possíveis mecanismos de ação dos materiais, o que levou à&#xD;
escolha do material Al/Fru@Up (70,4% de descoloramento) para uma tentativa de&#xD;
otimização do processo de síntese, levando ao material Al/Fru@Up1⁄2, com atividade&#xD;
similar (73,4%). Posteriormente, foram realizados ensaios de adsorção, destacando&#xD;
o emprego de métodos numéricos para análise cinética e a possibilidade de um&#xD;
mecanismo de duas etapas. Por fim, um estudo baseado nas teorias do funcional de&#xD;
densidade livre e dependente do tempo foi iniciado para investigação do mecanismo&#xD;
de transformação da frutose e para determinação das propriedades eletrônicas do&#xD;
5-hidroximetilfurfural, possível intermediário-chave do processo</description>
      <pubDate>Thu, 15 May 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25929</guid>
      <dc:date>2025-05-15T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Encontro produtivo e ancoragem territorial: coordenação e relações firma-território em arranjos produtivos agroindustriais</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25911</link>
      <description>Título: Encontro produtivo e ancoragem territorial: coordenação e relações firma-território em arranjos produtivos agroindustriais
Autor: Leite, Tasso de Sousa
Resumo: O tema do desenvolvimento local e regional vem ocupando um lugar cada vez mais central na agenda de pesquisadores e formuladores de políticas. O ressurgimento deste tema no Brasil tem se expressado, por exemplo, no crescente uso das noções de cluster e arranjos e sistemas produtivos locais. Uma característica comum a estas noções é a idéia de que a aglomeração geográfica de atividades econômicas de um mesmo setor, ou de setores correlatos, é capaz de produzir efeitos bastante dinâmicos para as economias regionais. Ao influenciar a localização de novas empresas ou atividades, a aglomeração se converte, portanto, em um importante fator para o crescimento econômico. Assim, o estudo do tema da localização das atividades econômicas adquire um interesse renovado na literatura sobre desenvolvimento regional, que se expressa principalmente em uma retomada da discussão sobre a importância das economias externas e em uma crescente preocupação com as questões relacionadas com a coordenação das atividades econômicas em um dado território. A proposta desta tese consiste em focalizar estes temas a partir de dois aspectos fundamentais: as relações entre empresas e território e as formas de coordenação das relações entre os atores. As referências empíricas para a discussão destes temas são os arranjos produtivos agroindustriais (APAs) do Oeste Catarinense e do Sudoeste Goiano. Para a construção do referencial teórico da tese buscou-se um diálogo entre as abordagens da economia territorial e entre estas e as teorias da firma, resultando em uma análise dos APAs a partir das noções de encontro produtivo e ancoragem territorial. A partir deste diálogo, filtrado pelo referencial teórico da economia da proximidade, procedeu-se a uma análise da constituição dos APAS como resultado de um encontro produtivo entre firma e território. Este encontro produtivo é mediado pela ação coordenada dos atores, que funciona como mecanismos de ativação dos recursos do território. A análise da constituição do APA do Sudoeste Goiano, a partir da noção de ancoragem territorial, permitiu compreender que a expansão territorial das firmas agroindustriais não se caracteriza como um processo de desterritorialização, ao contrário, trata-se da implementação de uma estratégia competitiva fundada na busca de uma múltipla territorialização.</description>
      <pubDate>Tue, 31 Aug 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25911</guid>
      <dc:date>2004-08-31T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>"Devo não nego, pago quando puder": entendendo a inadimplência no assentamento rural Casas Altas, Seropédica (RJ)</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25910</link>
      <description>Título: "Devo não nego, pago quando puder": entendendo a inadimplência no assentamento rural Casas Altas, Seropédica (RJ)
Autor: Pereira, Cloviomar Cararine
Resumo: Esta dissertação trata da problemática da inadimplência encontrada nos assentamentos rurais pela aquisição de crédito rural, mais precisamente com o Assentamento Rural Casas Altas, Seropédica/RJ e com o Programa de Crédito Especial para Reforma Agrária (PROCERA). Tem como objetivo central mostrar que essa inadimplência nos assentamentos rurais realmente existe e que ela resulta de um conjunto de fatores, como: políticos, institucionais, culturais e econômicos, sendo ao mesmo tempo, produto e potencializada por esses fatores. Para o trabalho de campo, realizamos um total de 23 entrevistas, num universo de 69 famílias contidas neste assentamento. Também foram realizadas entrevistas com técnicos que prestaram assistência técnica a essas famílias assentadas, funcionários de agência bancária por onde o crédito foi repassado e com técnico do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) responsável pelo acompanhamento desse processo de contratação e utilização dos créditos. A inadimplência no assentamento rural Casas Altas foi gerada por uma multiplicidade de fatores, ambos interligados e agindo de forma diferenciada em relação à realidade de cada família assentada. Percebemos que os problemas com a produção agrícola, aliada aos problemas com a comercialização e venda dos seus produtos, bem como os prejuízos proporcionados pelas enchentes de 1996 e período de seca em 1997, causaram dificuldades de pagamento para todas estas famílias. Como conseqüência disso, os processos de negociação das dívidas que estas famílias vieram a participar em 1998, 2001/02 foram fundamentais para resolver, em parte esse problema. Mas, percebemos ao longo das falas destes assentados que estes não seriam os principais motivos para a inadimplência neste assentamento. Existiriam outros motivos, que muitas das vezes não aparecem de forma clara a estes assentados, como: a forma que foi o contato destes assentados com instituições públicas, principalmente através de erros e falta de assistência técnica, com as diferenças entre as “lógicas dos assentados” e a “lógica do banco”. Aliado a isso temos o descaso e falta de credibilidade na política de assentamentos rurais e de crédito para atender a esse público. Por fim, dado as condições econômicas, de produção, de organização e de infraestrutura encontrada em Casas Altas, caberia questionar até que ponto seria inevitável essa inadimplência.</description>
      <pubDate>Tue, 29 Nov 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25910</guid>
      <dc:date>2005-11-29T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Os espaços públicos de participação na elaboração de políticas públicas: O caso do Conselho Estadual de Segurança Alimentar do Rio de Janeiro</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25908</link>
      <description>Título: Os espaços públicos de participação na elaboração de políticas públicas: O caso do Conselho Estadual de Segurança Alimentar do Rio de Janeiro
Autor: Sofiatti, Deluciana
Resumo: A presente dissertação analisa o Conselho Estadual de Segurança Alimentar do Rio de Janeiro (CONSEA), verificando o contexto de sua origem e seu posterior desempenho como um espaço público de participação. Para tal investigou-se os mecanismos utilizados na escolha dos representantes dos segmentos da sociedade civil e do poder público, observando-se ainda a conexão entre representantes e representados e entre participação e representação. Buscou-se questionar a representação do CONSEA/RJ no seu papel de atuar na garantia de interesses da coletividade, ou em contraposição aos seus objetivos formais na negociação de interesses corporativos. A análise foi realizada junto aos representantes do CONSEA/RJ e de acordo com a avaliação dos mesmos. Os resultados obtidos indicam que o CONSEA/RJ não se firmou ainda como um espaço público suficientemente amadurecido de participação.</description>
      <pubDate>Mon, 22 Aug 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2005-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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