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    <title>Repositório Comunidade:</title>
    <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/669</link>
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    <pubDate>Sun, 02 Aug 2026 02:00:57 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-02T02:00:57Z</dc:date>
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      <title>Fitossociologia e volumetria de florestas em segundo ciclo de produção na Amazônia matogrossense</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25864</link>
      <description>Título: Fitossociologia e volumetria de florestas em segundo ciclo de produção na Amazônia matogrossense
Autor: Lima, Mariana Damazio
Resumo: A exploração madeireira na Amazônia brasileira possui suma importância na produção de madeira mundial e na economia local, e o Mato Grosso está entre os estados de maior relevância nesse mercado. Entretanto, ainda existem lacunas se o modelo de manejo atual, com intervalo de 35 anos entre os ciclos, garante a sustentabilidade a longo prazo, conciliando manutenção da produtividade e da conservação florestal. Diante disso, torna-se imprescindível avaliar a recuperação estrutural, a recomposição volumétrica e a sustentabilidade ecológica após os ciclos de exploração. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo analisar e comparar a composição florística, a fitossociologia e os estoques volumétricos de florestas não manejadas e manejadas no bioma amazônico matogrossense. Foram utilizados dados do censo pré-exploratório das árvores de duas áreas, uma manejada e outra sem histórico de manejo. O DAP mínimo de inclusão foi 35 cm, e coletou-se DAP, altura comercial, coordenada das árvores e destinação (comercial ou remanescente). O volume foi obtido pelo fator de forma 0,7. A área manejada apresentou maior riqueza e diversidade de espécies, resultado associado principalmente ao recrutamento de táxons pioneiros e secundários iniciais após a abertura do dossel. Os parâmetros de densidade e IVI evidenciaram diferenças estruturais entre as áreas, refletindo estágios sucessionais distintos. Embora ambas as áreas tenham exibido distribuição diamétrica em J-invertido, a com manejo prévio concentrou maior proporção de indivíduos em classes inferiores e apresentou maior amplitude diamétrica. O volume total apresentou recuperação na área manejada, contudo, o volume comercial foi significativamente menor, apontando redução no estoque das principais espécies exploradas no ciclo anterior. Esses resultados demonstram que, apesar da regeneração estrutural e florística, a recomposição volumétrica das espécies de interesse econômico permanece limitada no intervalo de corte adotado. Assim, a efetividade do manejo florestal sustentável depende da ampliação do grupo de espécies comerciais, do uso de tratamentos silviculturais que favoreçam o crescimentos das remanescentes e do monitoramento contínuo para garantir a manutenção da produtividade e da integridade ecológica em ciclos sucessivos de exploração.</description>
      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-03T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Dinâmica do uso e cobertura da terra em propriedades rurais e unidades de conservação de Mesquita, RJ</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25863</link>
      <description>Título: Dinâmica do uso e cobertura da terra em propriedades rurais e unidades de conservação de Mesquita, RJ
Autor: Venturini, Larissa Freire
Resumo: Este trabalho compreende a análise da dinâmica de uso e cobertura da terra nas Unidades de Conservação municipais de Mesquita (RJ), inserido no bioma Mata Atlântica e compondo parte do Maciço Gericinó–Mendanha, região de elevada relevância ecológica no estado. O município abriga duas Unidades de Conservação municipais — a Área de Proteção Ambiental de Mesquita e o Parque Natural Municipal de Mesquita — que, em conjunto, representam parcela significativa do território. Além delas, a área de estudo inclui 21 propriedades rurais cadastradas no CAR, analisadas por sua contribuição à conectividade ecológica e à estrutura ambiental local. A pesquisa utilizou dados do MapBiomas (2006–2024), GeoINEA e SICAR, processados no QGIS. Os resultados indicam aumento da formação florestal, expansão de áreas úmidas e redução expressiva das pastagens, evidenciando processos de regeneração natural e diminuição das pressões antrópicas. As propriedades rurais atuam como cinturão verde, auxiliando na contenção da expansão urbana e reforçando a integração com as Unidades de Conservação. A APA de Mesquita e o PNMM apresentaram estabilidade florestal e sinais de regeneração natural, formando, em conjunto com as áreas rurais, um mosaico integrado de conservação. Destaca-se ainda o potencial do ICMS Ecológico como instrumento estratégico para fortalecer a gestão ambiental, apoiar ações de manejo, fiscalização e restauração. Conclui-se que a articulação entre Unidades de Conservação e propriedades rurais é essencial para conter pressões urbanas, recuperar áreas degradadas e assegurar a conservação em longo prazo.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Biomassa e carbono de espécies arbóreas em áreas de restauração florestal na Reserva Ecológica de Guapiaçu</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25862</link>
      <description>Título: Biomassa e carbono de espécies arbóreas em áreas de restauração florestal na Reserva Ecológica de Guapiaçu
Autor: Almeida, Julyana Marques Lobão de
Resumo: Este estudo quantifica a biomassa aérea e o estoque de carbono de espécies Florestal em quatro áreas de restauração da Mata Atlântica na Reserva Ecológica de Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ, com 6, 11, 16 e 21 anos. Foram amostradas 19 parcelas retangulares de 20 × 30 m, incluindo todas as árvores com DAP ≥ 5 cm. A biomassa foi estimada por equações alométricas ajustadas à Floresta Ombrófila Densa e o estoque de carbono foi obtido como 47% da biomassa seca. Ao longo da cronossequência observaram-se aumentos em diâmetro, altura e biomassa média por indivíduo, além de distribuição diamétrica em J invertido, com maior participação nas classes intermediárias e superiores nas áreas mais antigas. A família Fabaceae apresentou a maior contribuição para o estoque, com destaque para Anadenanthera peregrina, Plathymenia reticulata e, nos estágios avançados, Cariniana legalis. Como diretrizes de manejo recomendam-se o controle precoce de competidoras, enriquecimentos funcionais para acelerar a complexidade estrutural e o monitoramento contínuo a fim de consolidar o dossel e estabilizar os estoques de carbono. A restauração conduz estágio intermediário de regeneração, com a família Fabaceae estruturando o dossel e sustentando a substituição de espécies pioneiras por secundárias de maior porte e espécies clímax, mantendo o acúmulo contínuo de biomassa e carbono ao longo do tempo.</description>
      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-04T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Predição espacial das frações granulométricas do solo com base em variáveis topográficas, espectrais e aprendizado de máquina – estudo de caso: Projeto Salitre - BA</title>
      <link>http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25861</link>
      <description>Título: Predição espacial das frações granulométricas do solo com base em variáveis topográficas, espectrais e aprendizado de máquina – estudo de caso: Projeto Salitre - BA
Autor: Santos, Joyce Ferreira Alves dos
Resumo: O mapeamento digital de solos (MDS) tem se consolidado como uma ferramenta fundamental para estimar atributos do solo a partir de dados ambientais e espectrais, especialmente em regiões com falta de levantamentos detalhados, como o semiárido brasileiro. Diante desse cenário, este estudo avaliou a predição das frações granulométricas do solo (areia, silte e argila) a partir da integração de variáveis topográficas e dados espectrais dos sensores OLI/OLI-2 (Landsat 8 e 9), na área do Projeto Salitre, Bahia. Foram processadas covariáveis topográficas (declividade, curvaturas, índices hidrológicos) e espectrais (NDVI, NDMI, SAVI, OSAVI, BSI e bandas do espectro VIS–NIR–SWIR), associadas a 398 pontos amostrais da camada superficial do solo. Três modelos preditivos foram testados: Random Forest (RF), Regressão Linear Múltipla (RLM) e Árvore de Regressão (AR), sendo que o RF apresentou o melhor desempenho para areia e argila (R² de validação entre 0,52 e 0,58), refletindo a forte relação entre textura superficial e resposta espectral, enquanto a RLM apresentou desempenho intermediário e a AR contribuiu principalmente para a interpretação dos limiares ambientais. Os resultados indicam que variáveis espectrais, sobretudo índices de umidade e bandas SWIR, são os melhores preditores das frações granulométricas, ao passo que o silte apresentou baixa previsibilidade em todos os modelos. Assim, o estudo demonstrou o potencial prático do uso integrado de sensoriamento remoto e técnicas de machine learning para apoiar o mapeamento das frações granulométricas do solo em ambientes semiáridos, contribuindo para o planejamento agrícola e a gestão sustentável do uso da terra.</description>
      <pubDate>Tue, 02 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-12-02T00:00:00Z</dc:date>
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