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    <title>Repositório Comunidade:</title>
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    <title>O instrumentalismo epistêmico de Kyle Stanford: moderação antirrealista ou realismo científico disfarçado?</title>
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    <description>Título: O instrumentalismo epistêmico de Kyle Stanford: moderação antirrealista ou realismo científico disfarçado?
Autor: Leles Junior, Moacir Dos Anjos
Resumo: Esta pesquisa se insere no debate entre realismo e antirrealismo acerca da ciência. O lugar&#xD;
&#xD;
clássico desse debate coloca, de um lado, o realista – defendendo que, para as teorias bem-&#xD;
sucedidas, os seus termos teóricos referem-se a entidades inobserváveis e que tais teorias são&#xD;
&#xD;
aproximadamente verdadeiras – e o instrumentalista – para quem inobserváveis não se referem&#xD;
a entidades existentes e as teorias bem-sucedidas não passam de instrumentos para o controle&#xD;
do objeto de interesse científico. Acusado de não explicar o sucesso da ciência, fazendo dele o&#xD;
fruto de um milagre, o instrumentalista precisa reconsiderar suas teses. Kyle Stanford, em&#xD;
Exceeding Our Grasp (2006), defende outra posição instrumentalista. Ele procura sustentar que&#xD;
não podemos fazer uso instrumental de uma teoria científica bem-sucedida sem acreditar em&#xD;
parte do que elas descrevem e que a possibilidade de acreditar em certas afirmações de tais&#xD;
teorias só ocorrem se puderem ser entendidas independentemente das teorias para a qual se&#xD;
adota uma atitude instrumentalista. Com isso, seu instrumentalismo epistêmico permite que as&#xD;
teorias façam afirmações sobre entidades inobserváveis e abre espaço para uma concepção&#xD;
instrumentalista do progresso científico. Entretanto, ao fazer concessões em favor de uma forma&#xD;
coerente de instrumentalismo, talvez Stanford não consiga diferenciar o compromisso&#xD;
instrumentalista do compromisso realista com a verdade aproximada dessas mesmas teorias.&#xD;
Nesse sentido, pretendo reconstruir o instrumentalismo de Stanford examinando em que medida&#xD;
sua posição não pode ser considerada uma forma moderada de realismo científico, isto é, uma&#xD;
forma de realismo científico seletivo.</description>
    <dc:date>2025-09-23T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/25834">
    <title>O decisivo da imagem fotográfica: perspectivas sociais e políticas nas  teorias de Walter Benjamin e Gisèle Freund</title>
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    <description>Título: O decisivo da imagem fotográfica: perspectivas sociais e políticas nas  teorias de Walter Benjamin e Gisèle Freund
Autor: Evora, Gabriela Reboredo
Resumo: Essa dissertação visa discutir os aspectos sociais e políticos da fotografia a partir das teorias de&#xD;
Walter Benjamin e Gisèle Freund, intelectuais vivenciaram de perto as grandes transformações&#xD;
da modernidade na primeira metade do século XX, além de terem desenvolvido uma grande&#xD;
amizade e troca intelectual. Começaremos analisando a linha do tempo da fotografia formulada&#xD;
por Benjamin, que é dividida em: apogeu, declínio e redenção. Além disso, será explorado&#xD;
outros aspectos gerais das ideias do filósofo acerca dos meios de reprodutibilidade técnica,&#xD;
principalmente no que tange à democratização da arte e à sua teoria da imagem. Em Gisèle&#xD;
Freund, além de uma linha do tempo sobre os primeiros períodos da fotografia, exploraremos&#xD;
também outros gêneros fotográficos que surgiram ao longo dos anos, e que ainda possuem&#xD;
grande importância na contemporaneidade. De mais a mais, as vivências pessoais de Freund&#xD;
enquanto fotógrafa profissional enriquecem o aporte teórico da pesquisa. Com a união dos dois&#xD;
autores, temos uma base sólida para compreender como a técnica fotográfica revolucionou as&#xD;
experiências pessoais e coletivas no século XX.</description>
    <dc:date>2024-01-30T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23312">
    <title>O corpo como vontade de poder em assim falou Zaratustra.</title>
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    <description>Título: O corpo como vontade de poder em assim falou Zaratustra.
Autor: Dias, Vanessa Pereira
Resumo: O objetivo geral desta dissertação é fornecer uma leitura do corpo a partir da obra Assim falou&#xD;
Zaratustra, de modo a poder conduzi-lo à doutrina da vontade de poder em Nietzsche. Em&#xD;
decorrência do diagnóstico feito por Zaratustra acerca de um adoecimento do corpo,&#xD;
analisaremos, na primeira parte de nosso trabalho, os aspectos que nos levam a compreender&#xD;
esse quadro como sendo fruto de um esgotamento da vontade e de um declínio das forças&#xD;
criativas. Visamos, dessa forma, trazer à luz a questão do corpo articulada com a problemática&#xD;
do niilismo, de maneira que possamos seguir as marcas, os desgastes e os desvios que&#xD;
possibilitaram a Nietzsche pensar no corpo subjugado e arruinado pelos dualismos da&#xD;
metafísica, assim como permitiram a ele, fundamentalmente, tomar o corpo como peça-chave&#xD;
na compreensão da experiência da décadence no pensamento filosófico. A contrapartida de toda&#xD;
essa investigação será oferecida na segunda parte deste trabalho, a partir do discurso de&#xD;
Zaratustra aos desprezadores do corpo, momento propício em que o corpo aparecerá na&#xD;
perspectiva de um pathos, ou seja, como um campo de relação afetiva que se estabelece em&#xD;
função de uma multiplicidade de forças. Pretendemos, em última análise, recuperar o sentido&#xD;
da experiência do corpo como vida. Tal experiência nos guiará, assim, a pensar na vida mesma&#xD;
não mais a partir de uma determinação subjetivista, atravessada pela primazia de uma alma ou&#xD;
pela autonomia ilusória de um sujeito. Nossa tentativa será a de recuperar, portanto, a&#xD;
experiência do corpo como vida que se manifesta e se intensifica na medida em que é&#xD;
determinada a todo instante pelo caráter perspectívistico da vontade de poder.</description>
    <dc:date>2024-06-25T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23293">
    <title>A vida autêntica como resposta ao problema do conhecimento em Nietzsche</title>
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    <description>Título: A vida autêntica como resposta ao problema do conhecimento em Nietzsche
Autor: Nogueira, Daniel Lima
Resumo: O presente trabalho visa mostrar como a vida autêntica é uma conquista do indivíduo em um&#xD;
meio social que o obriga a seguir um modelo pré-definido. Para isso, é preciso ter em vista o&#xD;
conhecimento como problema social, uma deturpação criada artificialmente a fim de que haja&#xD;
coesão entre indivíduos. Em uma análise sobre a construção dos vícios sociais a partir de&#xD;
uma construção histórica, Nietzsche enxerga essa razão deturpada como um mecanismo da&#xD;
própria realidade, por ser ela Vontade de Poder. Nesses termos, a razão não pode ser rejeitada&#xD;
por ser equívoca, isso seria utilizar um artifício da própria razão que Nietzsche critica. O&#xD;
problema não é a razão ser uma criação artificial, mas o resultado de um arranjo desfuncional&#xD;
que faz os seres humanos enfraquecerem na medida em que procuram uma verdade comum&#xD;
para a coesão social. O indivíduo se encontra inserido nesse problema, e será uma resposta a&#xD;
esse dilema na medida em que afirma a sua individualidade em detrimento de uma verdade&#xD;
social artificial e enfraquecedora. Essa individualidade é uma conquista do indivíduo que&#xD;
conseguiu se afirmar, mesmo em uma sociedade que procura o enquadrar a uma norma.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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