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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-08-02T02:10:53Z</updated>
  <dc:date>2026-08-02T02:10:53Z</dc:date>
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    <title>Unidades de Conservação e o Ensino De Geografia: Potencialidades a partir da paisagem do Parque Natural Municipal De Nova Iguaçu (RJ)</title>
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      <name>Torquato, Lucas de Holanda</name>
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    <updated>2026-07-27T19:49:22Z</updated>
    <published>2025-10-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Unidades de Conservação e o Ensino De Geografia: Potencialidades a partir da paisagem do Parque Natural Municipal De Nova Iguaçu (RJ)
Autor: Torquato, Lucas de Holanda
Resumo: O Ensino de Geografia é um campo muito relevante para a sociedade, visto que é a partir de&#xD;
seus conteúdos, que os alunos se percebem no espaço e entendem as dinâmicas nele presentes.&#xD;
Nesse sentido, a pesquisa evidencia essa temática nas Unidades de Conservação, pois são&#xD;
lugares com diversidades e potencialidades para o ensino, tendo como área de recorte o&#xD;
Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu (PNMNI). Desse modo, o objetivo geral do&#xD;
trabalho é analisar a partir da paisagem, as potencialidades do PNMNI para o ensino de&#xD;
Geografia, em especial para os componentes curriculares hidrografia e vegetação voltadas&#xD;
para o ensino fundamental II. Para alcançar os resultados da pesquisa, a priori foi realizado&#xD;
um aprofundamento teórico-conceitual, por meio de alguns conceitos sendo eles: lugar, a&#xD;
partir de Tuan(1986 [1930]), Tuan(2012 [1930]), Oliveira (2013) e Queiroz(2018); paisagem,&#xD;
como base em Falcão Sobrinho (2025) e Gomes (2001); Unidades de Conservação, a partir de&#xD;
Queiroz (2023), Morais (1997), Diegues (2008), Vallejo (2009) e Aguiar (2018); práticas&#xD;
educativas em ambientes não formais, com base em Gohn (2006), Almeida (2014) e Quadra&#xD;
et al. (2016) e por fim no que tange ao Ensino de Geografia, em Macêdo (2016), Leite et al.&#xD;
(2020) e Cavalcanti (2008). Em seguida, após o levantamento bibliográfico, foram realizados&#xD;
trabalhos de campo no PNMNI e na Escola Municipal Júlio Rabello Guimarães, para a&#xD;
observação in loco e registros fotográficos das potencialidades do lugar. Por fim, com os&#xD;
dados coletados e analisados, foi realizada a atividade/oficina com os alunos do 7o ano a&#xD;
respeito do PNMNI. A pesquisa teve diferentes momentos, como levantamento bibliográfico,&#xD;
análise documental, estudo do meio a partir de trabalhos de campo e oficinas, sendo atribuída&#xD;
a abordagem qualitativa. Os resultados obtidos a partir de todo caminho metodológico,&#xD;
mostrou de que forma essas potencialidades analisadas, podem ser utilizadas em momentos&#xD;
formativos fortalecendo assim o ensino-aprendizado dos estudantes</summary>
    <dc:date>2025-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Ascensão Territorial do Pastorado Feminino em Nova Iguaçu/RJ: uma ótica feminina dos pentecostais no Brasil</title>
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      <name>Paula, Jefferson Oliveira de</name>
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    <updated>2026-07-20T12:59:35Z</updated>
    <published>2025-09-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A Ascensão Territorial do Pastorado Feminino em Nova Iguaçu/RJ: uma ótica feminina dos pentecostais no Brasil
Autor: Paula, Jefferson Oliveira de
Resumo: O Brasil sendo um país historicamente católico, experimentou nas últimas décadas um crescimento&#xD;
notável de evangélicos, dentre eles, na periferia da periferia religiosa, as mulheres emergiram como&#xD;
lideranças, em espaços que foram excludentemente desenhados para o gênero masculino. Diante do&#xD;
aumento de igrejas lideradas por mulheres, o objetivo geral da pesquisa é analisar a ascensão&#xD;
territorial do pastorado feminino no bairro Cacuia, em Nova Iguaçu/RJ, diante do machismo&#xD;
estrutural e patriarcalmente consolidado no meio pentecostal. A metodologia é qualitativa&#xD;
percorrendo o referencial teórico sobre a temática, e a aplicação de entrevistas aos sujeitos da&#xD;
pesquisa, que são as pastoras evangélicas e líderes de comunidades religiosas pentecostais. No&#xD;
campo da Geografia da Religião, o fenômeno tem despertado a atenção de alguns pesquisadores&#xD;
como: Silva (2010) e Miranda (2009); a ascensão do pastorado feminino, leva-nos a entender tal&#xD;
fenômeno como um ato de reestruturação ou remodelamento de um território masculino dando&#xD;
origem a um poder feminino. A emergente voz das mulheres nesses espaços, instiga os&#xD;
pesquisadores a desvendar os motivos que levaram ao surgimento do ministério feminina, bem como&#xD;
se há e de que forma se manifesta o preconceito de gênero nas igrejas do movimento pentecostal.&#xD;
Mesmo diante de tamanha exclusão, alguns espaços cuja gestão era masculina se mostraram&#xD;
inclusivos e até defensores do ministério feminino. Enquanto que, por outro lado, foi identificado um&#xD;
número significativo de relatos de preconceitos advindos das próprias mulheres. No geral, o&#xD;
pastorado feminino não se mostrou um movimento de resistência contra o preconceito, porque as&#xD;
lideranças femininas não atacam o problema diretamente, apenas se defendem ou questionam.&#xD;
Contudo, a pesquisa traz contribuições importantes para a temática, revelando algumas&#xD;
peculiaridades e relatos exclusivos de algumas entrevistas, o que abriu caminhos para interpretar&#xD;
muitos questionamentos feitos em outros trabalhos.</summary>
    <dc:date>2025-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Geografia na educação escolar indígena: O Caso da Produção do PPPI – Projeto Político Pedagógico Indígena e do Material Didático Bilingue Mbya-Português no Contexto do Magistério Indígena do Rio de Janeiro</title>
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      <name>Neves, Pedro Henrique dos Santos</name>
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    <updated>2026-07-17T20:47:36Z</updated>
    <published>2025-03-27T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A Geografia na educação escolar indígena: O Caso da Produção do PPPI – Projeto Político Pedagógico Indígena e do Material Didático Bilingue Mbya-Português no Contexto do Magistério Indígena do Rio de Janeiro
Autor: Neves, Pedro Henrique dos Santos
Resumo: A presente pesquisa, desenvolveu-se a partir do processo de revisão e atualização do&#xD;
Projeto Político Pedagógico Indígena do Colégio Indígena Estadual Guarani Karai Kuery&#xD;
Renda, localizado na aldeia Sapukai, em Angra dos Reis, investigando a relação entre a&#xD;
Geografia e a Educação Escolar Indígena. Para isso, foram realizadas oficinas&#xD;
colaborativas por meio do acompanhamento pedagógico oferecido pelo Programa&#xD;
“Escolas do Território”, que integro, utilizando metodologias participativas e articulando&#xD;
saberes tradicionais com conhecimentos acadêmicos. A Cartografia Social como&#xD;
ferramenta pedagógica, promovendo o uso de mapas analógicos, tecnologias de&#xD;
sensoriamento remoto e mapeamento digital bilíngue (Mbya-Português) para pensar uma&#xD;
escola a partir da cultura e do território dos Guarani Mbya. O estudo também integra&#xD;
outros campos do conhecimento, com apoio da Antropologia no suporte da&#xD;
interculturalidade crítica e da área da Linguagem com o bilinguismo de manutenção,&#xD;
valorizando a língua materna como forma de resistência cultural e defesa do território&#xD;
tradicional. Além de documentar a experiência do Magistério Indígena ao longo de sete&#xD;
anos e a retomada das Formações Continuadas de Professores, a dissertação também&#xD;
evidencia os desafios enfrentados na implementação de políticas públicas para a educação&#xD;
diferenciada no Estado do Rio de Janeiro. A pesquisa, busca não apenas produzir&#xD;
conhecimento acadêmico, mas também contribuir com o fortalecimento da luta dos&#xD;
Guarani Mbya de Sapukai por uma educação diferenciada e territorialmente situada. Com&#xD;
os relatos da integração das atividades, refletimos sobre orientações e diretrizes para a&#xD;
construção de um PPPI, um currículo escolar de Geografia e um material didático bilíngue&#xD;
alinhado às realidades socioculturais dos Guarani Mbya, valorizando seus saberes, língua&#xD;
e território.</summary>
    <dc:date>2025-03-27T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Baixada Fluminense para além da zona de sacrifício: percepções dos gestores sobre o potencial local a partir do PNMNI e o papel da Educação  Ambiental</title>
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      <name>Meira, Yasmim Kateline de Oliveira</name>
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    <updated>2026-07-17T19:48:28Z</updated>
    <published>2025-08-29T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A Baixada Fluminense para além da zona de sacrifício: percepções dos gestores sobre o potencial local a partir do PNMNI e o papel da Educação  Ambiental
Autor: Meira, Yasmim Kateline de Oliveira
Resumo: A Baixada Fluminense (BF), localizada no Rio de Janeiro, marcada historicamente por processos de&#xD;
estigmatização e exclusão, é um território periférico da metrópole fluminense. Essa condição foi construída ao&#xD;
longo de décadas por meio de uma lógica de exploração e subalternização da região em relação à capital, que a&#xD;
transformou em uma zona de sacrifício. Nesse contexto, é importante pensar como a relação entre sociedade e&#xD;
natureza se manifesta nesse território, visto que a produção desse espaço é marcada por desigualdades&#xD;
socioambientais. Nova Iguaçu, que é o locus dessa pesquisa, possui um significativo percentual de seu território&#xD;
coberto por áreas verdes, o que evidencia uma das potencialidades da região. Portanto, a pesquisa teve como&#xD;
objetivo central analisar o processo de formação territorial e ambiental da Baixada Fluminense a fim de verificar&#xD;
se/como o discurso produzido nesse processo afeta o uso público nas Unidades de Conservação. Para alcançar&#xD;
esse objetivo, foram utilizadas referências teóricas sobre território, natureza e poder, além da realização de&#xD;
entrevistas com o secretário do meio ambiente de Nova Iguaçu, a Coordenadora de Educação Ambiental e a&#xD;
gestora do Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu, com uma metodologia voltada para o método dialético e a&#xD;
análise crítica do discurso das entrevistas e dos recortes de jornais para entendermos como a produção de uma&#xD;
narrativa acerca da BF contribui para a falta de pertencimento territorial da sociedade e a falta de uma&#xD;
consciência ambiental sobre esses espaços de conservação. A Educação ambiental adentrou essa pesquisa na&#xD;
perspectiva de um possível potencializador para a melhora dessa problemática, atuando como ponte entre a&#xD;
sociedade e a natureza, fortalecendo o sentimento de pertencimento. Os resultados da pesquisa demonstram que&#xD;
essa identidade territorial ainda se encontra marcada por um viés estigmatizante, prejudicando a relação entre&#xD;
natureza e sociedade. No entanto, ficou evidente que as práticas de educação ambiental desenvolvidas no&#xD;
território, especialmente aquelas voltadas ao diálogo com a comunidade, têm potencial para transformar olhares&#xD;
e firmar vínculos entre a população e os espaços naturais. Trata-se de um trabalho contínuo, paciente e coletivo,&#xD;
mas, que apresenta caminhos possíveis para reconfigurar essas relações na região. Assim, reforça-se a&#xD;
importância de políticas públicas que valorizem a educação ambiental como instrumento de mediação e de&#xD;
pertencimento territorial, sobretudo em contextos historicamente marcados pela exclusão e estigmatização, como&#xD;
é o caso da Baixada Fluminense.</summary>
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