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  <title>Repositório Comunidade:</title>
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  <updated>2026-08-31T11:53:34Z</updated>
  <dc:date>2026-08-31T11:53:34Z</dc:date>
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    <title>Influência de três temperaturas constantes sobre os tipos celulares presentes na hemolinfa de Rhipicephalus sanguineus (Latreille, 1806) (Ixodoidea: Ixodidae) em diferentes fases de desenvolvimento</title>
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      <name>Carneiro, Maria Elisa</name>
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    <updated>2026-08-31T11:51:49Z</updated>
    <published>1999-03-03T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Influência de três temperaturas constantes sobre os tipos celulares presentes na hemolinfa de Rhipicephalus sanguineus (Latreille, 1806) (Ixodoidea: Ixodidae) em diferentes fases de desenvolvimento
Autor: Carneiro, Maria Elisa
Resumo: Este trabalho foi realizado com o intuito de se verificar o efeito de três&#xD;
temperaturas (18,27 e 32°C) sobre os tipos celulares presentes na hemolinfa de&#xD;
larvas, ninfas e adultos Rhipicephalus sanguineus (Latreille, 1806).&#xD;
&#xD;
Seis tipos celulares básicos foram encontrados na hemolinfa, sendo estes&#xD;
denominados: Prohemócitos (PR), plasmatócitos (PL), granulócitos (GR),&#xD;
esferulócitos (ES), adipohemócitos (AD) e oenocitóides (OE).&#xD;
&#xD;
Para o estádio de larva ocorreu uma queda acentuada de GR na temperatura&#xD;
de 18°C enquanto que a 27 e 32°C as quantidades destas células foram similares,&#xD;
sendo este o tipo celular mais abundante, o que poderia indicar o envolvimento destas&#xD;
células no metabolismo deste ínstar. Para ninfas este também foi o tipo celular mais&#xD;
abundante, sendo que neste ínstar, não ocorreram variações acentuadas para este tipo&#xD;
celular, o que poderia indicar que cada estádio de desenvolvimento apresenta um tipo&#xD;
de necessidade metabólica que se expressa nos tipos celulares presentes na hemolinfa;&#xD;
&#xD;
esta presença seria então, em alguns casos, independente da temperatura. Para machos&#xD;
e fêmeas, os PL, GR, ES e AD foram, dependendo da temperatura e fase analisada, os&#xD;
tipos celulares mais encontrados, na hemolinfa destes ínstares.&#xD;
&#xD;
A complexidade metabólica crescente ao longo do desenvolvimento,&#xD;
mostrou uma maior diversificação dos tipos hemocitários, o que leva a concluir que o&#xD;
efeito da temperatura sobre os hemócitos de R. sanguineus foi, dentro e entre cada&#xD;
estádio analisado, interagido às necessidades metabólicas deste ixodídeo.</summary>
    <dc:date>1999-03-03T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desenvolvimento pós-embrionário de Cochliomyia macellaria (Fabricius), Chrysomya megacephala (Fabricius), Chrysomya albiceps (Wiedemann) e Chrysomya putoria (Wiedemann) (Díptera:Calliphoridae) em temperaturas combinadas e constantes</title>
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      <name>Carraro, Vinicius Marins</name>
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    <updated>2026-08-28T13:48:21Z</updated>
    <published>1999-08-26T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Desenvolvimento pós-embrionário de Cochliomyia macellaria (Fabricius), Chrysomya megacephala (Fabricius), Chrysomya albiceps (Wiedemann) e Chrysomya putoria (Wiedemann) (Díptera:Calliphoridae) em temperaturas combinadas e constantes
Autor: Carraro, Vinicius Marins
Resumo: Com o objetivo de verificar, sob condições artificiais, a tolerância destes califorídeos à&#xD;
temperaturas que aproximadamente correspondam a temperatura corporal média de mamíferos&#xD;
domésticos e do próprio homem, o presente trabalho procurou avaliar a performance dos imaturos das&#xD;
quatro espécies de califorídeos frente a regimes térmicos extremos (35o C e 38o C) e, paralelamente, a&#xD;
24o C de temperatura. Objetivou-se, ainda, a exploração de regimes térmicos que, combinados&#xD;
simulassem condições potencialmente mais favoráveis aos imaturos, após o abandono espontâneo das&#xD;
larvas de miíases cutâneas de animais. Os experimentos foram realizados em laboratório. Neolarvas dos&#xD;
califorídeos foram alocadas em câmaras climatizadas expostas a regimes térmicos constantes (24o C, 35o&#xD;
C e 38o C de temperatura) e combinados (35-24o C e 38-24oC de temperatura) (60 ± 10% UR e 14 h de&#xD;
fotofase). Nos tratamentos onde os imaturos foram monitorados sob as temperaturas combinadas, larvas&#xD;
de terceiro ínstar, previamente mantidas a 35o C e 38o C de temperatura, após o abandono espontâneo&#xD;
da dieta, foram transferidas para uma câmara climatizada regulada a 24o C de temperatura. Neste local,&#xD;
observou-se o comportamento de pupariação e emergência. Cada tratamento constituiu-se de quatro&#xD;
repetições compostas por 50 neolarvas inoculadas em 100 g de carne eqüina no início do processo de&#xD;
putrefação. A taxa de abandono de larvas das quatro espécies estudadas foi superior a 80% nos diversos&#xD;
tratamentos. As taxas de sobrevivência larval de C. macellaria, a 35o C e 38o C de temperatura foram&#xD;
superiores a 85%; os imaturos de C. megacephala revelaram taxas de sobrevivência superiores a 82%&#xD;
nestas temperaturas; mais de 70% dos imaturos de C. albiceps conseguiram pupariar. Sob as condições&#xD;
pré-estabelecidas, C. putoria foi a espécie mais suscetível ao regime térmico de 38o C de temperatura:&#xD;
apenas 55% dos imaturos, em média, pupariaram. A 35o C de temperatura a taxa de pupariação dos&#xD;
imaturos desta espécie atingiu 70,5%, em média. As taxas de sobrevivência pupal e de emergência de&#xD;
adultos foram significativamente reduzidas a 38o C de temperatura para C. macellaria, C. megacephala e&#xD;
C. albiceps. Apenas 7,4% das pupas de C. putoria sobreviveram nesse regime térmico e somente 4% dos&#xD;
imaturos atingiram a fase adulta. Ao combinarem-se os regimes térmicos de 35o C e 38o C a 24o C de&#xD;
temperatura, a performance dos imaturos foi significativamente superior. Cerca de 80% dos imaturos de&#xD;
C. macellaria, mais de 75% dos pupariados de Ch megacephala, 65% dos espécimens de C. albiceps e&#xD;
cerca de 50% dos indivíduos de C. putoria, em média, atingiram a fase adulta. A 24o C de temperatura,&#xD;
as taxas de sobrevivência larval e de sobrevivência pupal foram superiores a 80% e 90%, em média,&#xD;
respectivamente, ao computar-se os dados referentes à C. macellaria e C. megacephala. Os imaturos de&#xD;
C. albiceps construíram valores superiores a 80%, em média, ao analisar-se estes dois parâmetros. A&#xD;
resposta dos imaturos de C. putoria a partir da análise das taxas de sobrevivência larval, e, sobretudo, de&#xD;
sobrevivência pupal foram inferiores: 76,5% e 57,3%, em média, respectivamente. As taxas de&#xD;
emergência de adultos a 24o C de temperatura foram superiores a 75% nos experimentos realizados com&#xD;
C. macellaria e C. megacephala; para C. albiceps este valor atingiu os 66%, em média. Apenas 39% dos&#xD;
imaturos de C. putoria atingiram a fase adulta, a 24o C de temperatura. Os resultados obtidos&#xD;
experimentalmente, portanto, indicaram a tolerância das larvas das quatro espécies estudadas quando as&#xD;
temperaturas extremas de 35o C e 38o C, foram combinadas ao regime térmico constante de 24o C,&#xD;
ampliando, e, sugerindo, maiores discussões sobre o potencial desses califorídeos como causadores&#xD;
alternativos de miíases em nosso país.</summary>
    <dc:date>1999-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise morfológica de larvas do gênero Amblyomma para diagnose de cinco espécies</title>
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      <name>Amorim, Marinete</name>
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    <updated>2026-08-28T13:11:11Z</updated>
    <published>1994-02-21T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Análise morfológica de larvas do gênero Amblyomma para diagnose de cinco espécies
Autor: Amorim, Marinete
Resumo: Tem sido registrada a ocorrência de Amblyomma&#xD;
cajennense Fabricius, 1787; Amblyomma varium Koch, 1844;&#xD;
Amblyomma rotundatum Koch, 1844; Amblyomma nodosum Neumann, 1899&#xD;
e Amblyomma dissimile Koch, 1844, em várias regiões do Brasil,&#xD;
mas até hoje, não há trabalho sobre caracteres morfológicos&#xD;
destas larvas do gênero Amblyomma, para a determinação específica&#xD;
desse estádio, o que justificou a importância de se resgatar&#xD;
essas informações para larvas dessas cinco espécies.&#xD;
&#xD;
As espécies foram capturadas de animais sinantrópicos&#xD;
e silvestres, na Estação para Pesquisas Parasitológicas W. O.&#xD;
Neitz da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e Fundação&#xD;
Rio/Zoo, respectivamente. A partir de teleóginas foram obtidas&#xD;
posturas que deram origem a neolarvas, em condições de&#xD;
laboratório. Processadas segundo técnica de rotina no Laboratório&#xD;
de Morfofisiologia e Patogenia de Carrapatos (UFRRJ-IB/DPA) para&#xD;
essa forma imatura.&#xD;
&#xD;
Cem larvas de cada espécie foram analisadas&#xD;
morfologicamente através de microscopia óptica quanto a presença&#xD;
ou não de mancha peri-ocular; forma do gnatossoma e do idiossoma:&#xD;
espinhos coxais, órgão de Haller, número de fileiras de dentes no&#xD;
hipostômio, quetotaxia dos palpos e idiossomas, estruturas&#xD;
sensoriais e outros aspectos morfológicos; também foram&#xD;
analisados com auxílio de estereomicroscópio, a coloração da&#xD;
neolarva e os padrões de ornamentação. Esses caracteres e&#xD;
atributos morfológicos contribuíram na diagnose de larvas dessas&#xD;
cinco espécies do gênero Amblyomma.</summary>
    <dc:date>1994-02-21T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cryptosporidium muris, Eimeria nieschulzi, E. separata e Pneumocystis carinii em ratazanas de dois habitats localizados na microrregião Fluminense do Grande Rio: morfologia, diagnóstico e patologia</title>
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    <author>
      <name>Bomfim, Teresa Cristina Bergamo do</name>
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    <updated>2026-08-28T12:17:56Z</updated>
    <published>1996-03-28T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Cryptosporidium muris, Eimeria nieschulzi, E. separata e Pneumocystis carinii em ratazanas de dois habitats localizados na microrregião Fluminense do Grande Rio: morfologia, diagnóstico e patologia
Autor: Bomfim, Teresa Cristina Bergamo do
Resumo: Ratazanas em número de 173, foram capturadas aleatoriamente em dois&#xD;
habitats: um de característica urbana, no município de Nova Iguaçu e outro rural, no&#xD;
município de Seropédica, ambos localizados na microrregião homogênea Fluminense&#xD;
do Grande Rio, no estado do Rio de Janeiro. Estes animais foram agrupados&#xD;
considerando o seu habitat e, dentro dele, de acordo com a idade. Oocistos de&#xD;
Cryptosporidium foram observados em fezes dos animais nos dois habitats e, através&#xD;
da caracterização morfométrica e localização no trato gastrointestinal, foram&#xD;
considerados como C. muris. Observou-se uma freqüência de 29 (16,77%) de animais&#xD;
parasitados nos dois habitats, sendo que a maior freqüência foi atribuída aos animais&#xD;
com peso corporal superior a 201 g, considerados como adultos. Eimeria nieschulzi e&#xD;
E. separata foram encontradas nas fezes desses animais, independentemente dos&#xD;
habitats estudados, onde a maior freqüência observou-se em animais com peso corporal&#xD;
entre 101 a 200 g, considerados como jovens. Quanto ao parasitismo misto por estas&#xD;
duas espécies, os resultados sugeriram a inexistência de interações&#xD;
&#xD;
negativas ou mesmo competitivas entre ambas as espécies, tendo uma freqüência de 47&#xD;
(27,17%), superior ao parasitismo das espécies analizadas isoladamente. Quanto ao&#xD;
parasitismo por Pneumocystis carinii, este só foi observado no habitat urbano, onde de&#xD;
um total de 112 animais, 20 (17,86%) apresentaram lesões pulmonares e a maior&#xD;
freqüência foi observada em animais com peso corporal de 101 a 200 g, considerados&#xD;
jovens, onde 10 (8,93%) estavam parasitados. As lesões macroscópicas foram bem&#xD;
definidas e pulmões tinham sua superfície caracterizada por áreas de coloração cinza&#xD;
pálido a castanho, com o seu volume aumentado. Histologicamente, as lesões foram&#xD;
caracterizadas como broncopneumonia intersticial crônica.</summary>
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